Você já parou pra pensar porque prefere este ou aquele supermercado? Porque escolhemos um sabonete, um refrigerante, um biscoito?
Nossas decisões são influenciadas pela oferta certamente, mas principalmente pela nossa expectativa, nossa curiosidade e acima de tudo, pela nossa percepção de confiança por uma marca. Confiamos... compramos (e até pagamos um pouco a mais por isso)! É o que chamamos de reputação de marca.
Como trabalhar isso. Respeito, informação, renovação fazem parte das estratégias das empresas.
Escolha uma marca de sua preferência e comente como você decide sua compra. Com que frequência, porque, para quem, onde....
Sucesso!
Diário de pensamentos sobre esse tema que cativa e aflige milhares de pessoas. Resultado da observação diária do contexto social e as aplicações que o marketing pode exercer sobre a realidade. O tema é extenso para análises e possibilidades de debate. Participe!
sexta-feira, março 05, 2010
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Será positivo para as marcas um mundo sem crise?
Economistas e analistas de todo o mundo proclamam um mundo sem crise, de crescimento e punjança para empresas e consumidores. Mas será que o mundo sem crise é positivo para as marcas.
Marcas consagradas como WalMart, Hyundai e mais recentemente Toyota ajustam suas estratégias para atuar em um cenário onde o consumidor poderá escolher a marca que tenha mais reputação e credibilidade.
Veja o caso recente do recall da Toyota. Quando anunciou o problema no acelerador e convocou cerca de 2 milhões de proprietários de seus automóveis, viu suas vendas despencarem 16% em janeiro. O que isso quer dizer. É de fato importante o quesito credibilidade, confiança, para o consumidor. É claro que uma marca como a Toyota tem uma blindagem resistente e conseguirá retomar sua imagem. Mas ficam cicatrizes?
Acredito que sim.
Mídias sociais, interatividade, ações sociais e culturais são vitais para manter e restaurar imagem no mercado. E não só no mundo de crise, num cenário sem crise o desafio é maior: garantir a lembrança e mater uma marca na mente e no coração do consumidor. Pense nisso!
terça-feira, fevereiro 09, 2010
O tubarão nosso de cada dia
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos.
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como 'sardinhas'. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor.
Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram este problema?
Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro no 'relaxamento' do estado, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem e produzem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, e inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: 'O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador'.
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. E grande perante você mesmo. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções.
Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.
O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega 'muito vivo'. E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.
'Ponha um tubarão no seu tanque' e veja quão longe você realmente pode chegar.
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Ver Longe...
Endomarketing é como a estratégia mercadológica voltada para o público interno de uma empresa. Mas pode ser que essa definição seja superficial uma vez que toda ação de uma empresa vem de dentro pra fora. Pessoal envolvido nas diretrizes e ações da companhia, objetivos claros, transparência interna são requisitos fundamentais para uma estratégia de mercado bem sucedida.
Agora pensemos em empresas que não investem ou focalizam seu principal público: o interno. Quantos equívocos e erros de percurso podem acontecer. Pense nisso! Deixe aqui seu depoimento sobre exemplos de sucesso ou fracasso, que indiquem falta de conhecimento das organizações de seu bem mais valioso.
Agora pensemos em empresas que não investem ou focalizam seu principal público: o interno. Quantos equívocos e erros de percurso podem acontecer. Pense nisso! Deixe aqui seu depoimento sobre exemplos de sucesso ou fracasso, que indiquem falta de conhecimento das organizações de seu bem mais valioso.
quarta-feira, outubro 14, 2009
Marcas, Design ou Publicidade?
Qual é mais importante para a relação entre empresas e consumidores? Qual é a relação entre estas ferramentas? Dê sua opinião
domingo, outubro 04, 2009
As ferramentas de persuasão do marketing

Na aula passada assistimos o interessante filme "Obrigado por fumar" que fala sobre a indústria de tabaco e suas ferramentas de comunicação com seu mercado. Trata-se não só da forma persuasiva de manter seu público fiel como de conseguir novos consumidores, direcionando sua forma de pensar e agir desde a infância. Maléfico, no caso de um produto, comprovadamente, nocivo. O "Relações Públicas" do filme tem argumento pra tudo e consegue convencer com seus argumentos até mesmo quem não fuma.
Outras indústrias... de alimentos, carros, tecnologia, entretenimento... entre outras claro, não fazem o mesmo?
Não se trata de manipulação, mas de sabermos que estão os produtos e marcas nos envolvem emoções e experiências. Nem sempre isso é negativo, se tivermos consciência disso, o quanto melhor. Como profissionais devemos saber avaliar o melhor caminho e observar como estratégia e relacionamento com o público. O quanto de verdade há nisso, cabe a cada um avaliar.
Pense nisso! Abraço
segunda-feira, setembro 21, 2009
Novos Começos

Li no blog de uma amiga que a "adversidade é a oportunidade disfarçada" Valeu Andreia!!!.
Oportunidade de novos encontros, novos começos e de dizer tudo de novo de uma forma renovada.
Nas empresas, como na vida sempre há oportunidades de mudar, rever, aprender. Mas nem sempre mudar o rumo é o que se deve fazer. Olhar por trás das nuvens, por trás de uma tempestade... o caminho traçado inicialmente. Isso pode revitalizar o caminho... e deixá-lo mais claro...Pode ter certeza que após a tempestade, você estará mais fortalecido e certo de que virão outras e outras...
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