Depende da influência que a sociedade, leia-se marketing, exerce sobre você. Há tempos as pessoas têm sido influenciadas pelo poder do marketing em suas vidas. Na alimentação, na forma de se vestir e nos lugares que freqüenta. Mas, desde tempos imemoráveis temos o hábito de copiar para ser, para fazer parte, para nos sentirmos amados. Será que a influência do marketing existe antes mesmo da sociedade de consumo? Acredito que sim.
Vamos lembrar que mesmo com a ausência de marcas bem sucedidas e a sociedade tal qual a conhecemos, os seres humanos buscam uma identidade própria, seja pela competição, pela demonstração de força ou mesmo pela sobrevivência. Desde os primatas que saíam por necessidade, buscavam o sustento de sua família e precisavam competir num ambiente extremamente selvagem. Hoje, o homem moderno busca competir para sobrepor-se aos demais, também num ambiente totalmente selvagem. Mas mais do que isso, ele quer se encontrar. Usa o marketing como ferramenta poderosa e grande aliado do seu ego. Quando bem pensado pode trazer algo bom ao consumidor: a liberdade de escolha.
O consumidor sabe o que quer, mas nem sempre o que precisa. Portanto nos são empurradas roupas, comidas, produtos e marcas que podem nos traduzir como pessoa importante, útil para a sociedade. Mesmo que inconsciente, quem não quer ser algo mais? Quem não quer ser relevante pra alguém ou pra muitos?
Atento ao que como, bebo, visto, fumo ou uso percebo minha identidade nesta sociedade onde o marketing influencia, rege e domina as atitudes e forma personalidades. São signos que podem dizer muito sobre quem você é e de que você faz parte.
Diário de pensamentos sobre esse tema que cativa e aflige milhares de pessoas. Resultado da observação diária do contexto social e as aplicações que o marketing pode exercer sobre a realidade. O tema é extenso para análises e possibilidades de debate. Participe!
domingo, maio 31, 2009
quinta-feira, maio 21, 2009
A cadeia de (DES)consumo

Numa cadeia desenfreada de consumo nos preocupamos com nossos desejos. As necessidades básicas. Nem lembramos. O que importa é o desejo. O modelo de negócio do mercado é baseado em EXTRAÇÃO - PRODUÇÃO - CONSUMO - DESCARTE, num ciclo que tem fim. Onde é o fim? O fim é no planeta!
O NOVO modelo pede a EXTRAÇÃO (PLANEJADA) - PRODUÇÃO (SOB DEMANDA) - CONSUMO (CONSCIENTE) - e ao invés de DESCARTE - REAPROVEITAMENTO - REUSO.
Tão simples como tão complexo. Não quer dizer para parar de produzir, parar de consumir e de desejar. Mas o novo modelo pede um fator fundamental: INTELIGÊNCIA. Para pensar antes de agir.
Pense nisso! Quais são as suas opiniões sobre esta cadeia de consumo e a relação das pessoas com produtos, serviços, marcas? Até que ponto podemos chegar?
O NOVO modelo pede a EXTRAÇÃO (PLANEJADA) - PRODUÇÃO (SOB DEMANDA) - CONSUMO (CONSCIENTE) - e ao invés de DESCARTE - REAPROVEITAMENTO - REUSO.
Tão simples como tão complexo. Não quer dizer para parar de produzir, parar de consumir e de desejar. Mas o novo modelo pede um fator fundamental: INTELIGÊNCIA. Para pensar antes de agir.
Pense nisso! Quais são as suas opiniões sobre esta cadeia de consumo e a relação das pessoas com produtos, serviços, marcas? Até que ponto podemos chegar?
Assita Ilha das Flores, o impactante documentário de Jorge Furtado sobre as relações de consumo e produção: http://www.youtube.com/watch?v=fXMMIMu2EXs&feature=related
segunda-feira, maio 18, 2009
Manipulação da mídia
Você concorda que as pessoas são influenciáveis pelo que lhes causa encatamento? Assim as mídias (ou seja meios para a mensagem chegar ao público), que trabalham constantemente com informações podem direcionar suas opiniões, desejos ou anseios. Seja a moderna LCD ou analógica é preciso enxergar além da tela, buscar as entrelinhas. Quais são as verdadeiras informações que nos rodeiam?Link para o vídeo mediatrix: http://www.youtube.com/watch?v=eUiFcUMzNvU
domingo, maio 03, 2009
Quanta novidade!!!
A falta de criatividade nas atuais campanhas de comunicação me espanta. Será que a crise faz com que se queira vender a todo custo sem ter buscar diferenciação nem destaque entre um produto e outro? Tudo tem qualidade, tudo tem isso, aquilo, preço então nem se fala. Todos tem a promoção imperdível, só este fim de semana, não compre agora, espere o nosso, tudo gritado!!!!. Quanto falatório.
As empresas tem consumidores que pensam, sentem e querem sentir, ter experiências. Quantas empresas fazem isso hoje em dia? Emocionar o consumidor...
As empresas tem consumidores que pensam, sentem e querem sentir, ter experiências. Quantas empresas fazem isso hoje em dia? Emocionar o consumidor...
terça-feira, abril 21, 2009
Mais responsabilidade

O que quer dizer responsabilidade? É mais transparência, mais segurança, mais qualidade para produtos e serviços? Tudo isso e um pouco mais.
Na minha opinião responsabilidade corporativa sempre existiu mas pouco foi projetado pelas empresas. Como "existir" e se manter no mercado sem te o mínimo de responsabilidade, com a qualidade, os impostos, os funcionários.
Esta palavrinha, agora na moda, é o que todos nós queremos ser mais responsáveis e melhor ainda, parecer responsáveis e transparecer essa imgem ao mercado.
Como o marketing pode contribuir pra isso?
quinta-feira, abril 02, 2009
Sentindo Marcas
As marcas estão utilizando todos os sentidos para envolver, experimentar, persuadir e vender idéias, conceitos. Veja a Mitsubishi que criou uma Rádio FM, ótimo por sinal (92,1). Não basta ter um produto símbolo de status onde você pode ver, tocar, cheirar. Agora você pode ouvir a marca. E tudo que toca lá está coerente como espírito de liberdade evocado pela marca.A experiência em marketing é utilizada há muito tempo. O vinho é um exemplo. Quem conhece um pouco sabe que vinho não se bebe... só. Tocar, sentir o aroma, observar a cor faz parte do ritual.
Se pensar bem dá pra desenvolver os sentidos em todos os produtos e marcas. A próxima fronteira do marketing. A empresa esperta já sabe....
segunda-feira, março 30, 2009
Marketing Sustentável
Até quando as empresas vão entopir a mídia com estímulos ao consumo desenfreado e inconsciente? Me pergunto pois estamos na era de renovar, aproveitar, sustentar. Será que não é a horar de reciclar idéias e partir para um novo modelo de negócio onde se prioriza a qualidade e não a quantidade de consumo? O consumismo foi inventado no século passado e o homem perdeu a noção do que é importante. Não devemos largar tudo e viver no mato como um filme que vi neste fim de semana (Na natureza Selvagem) mas devemos pensar o que é de fato relevante, o que dá pra viver sem. Pense nisso....
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