A genial campanha da MasterCard, que está há quase uma década no ar, com o mote "tem coisas na vida que não têm preço" é um exemplo da influência poderosa da propaganda em nossa vida. Existem comunidades, fóruns, blogs num movimento mundial a respeito da campanha.
É claro que o objetivo é estabelecer e fortalecer a bandeira Master Card. Mas penso que a grande sacada é nos fazer sonhar, pensar, nos auto-avaliar: o que eu faço que não tem preço? O que eu posso fazer que não tem preço? Não custa nada... o que vem de dentro: sonhos, esperanças, desejos, atitude. Veja a força da mensagem.
A empresa de cartões de crédito agora nos convida a escrever o que não tem preço pra nós. É só entrar no site http://www.naotempreco.com.br/ e colocar alí sua história. Lá você já pode encontrar milhares de histórias, desejos, aspirações.
A marca conseguiu interferir no sentimento, desejos e sonhos das pessoas em todo o Mundo, se tornando um case fantástico da propaganda.
Diário de pensamentos sobre esse tema que cativa e aflige milhares de pessoas. Resultado da observação diária do contexto social e as aplicações que o marketing pode exercer sobre a realidade. O tema é extenso para análises e possibilidades de debate. Participe!
quarta-feira, maio 14, 2008
sábado, maio 10, 2008
Vontade de não escutar.
Ultimamente tenho soltado mais o verbo. Não sei se é pela minha rotina de professor/consultor, que certamente me obriga a um pensamento rápido e imediato ou se pela vontade de não escutar. Sempre fui de pensar antes de falar e tido como um bom ouvinte. Acredito que seja ainda, mas nos últimos tempos tenho falado mais do que ouvido.
Muitas vezes não é necessário falar. Comunicar é a união entre falar e ouvir. O ponto de equilíbrio entre quem fala e quem ouve. Nos esquecemos disso.
Muitas vezes não é necessário falar. Comunicar é a união entre falar e ouvir. O ponto de equilíbrio entre quem fala e quem ouve. Nos esquecemos disso.
segunda-feira, maio 05, 2008
O tempo perdido
Quantas vezes temos tempo e nem sabemos. O tempo é senhor da razão (já dizia o provérbio). Quanto mais tempo temos, menos percebemos o tempo perdido.
A necessidade de lançar produtos, vender, lucrar, ganhar... consumir nos faz perder a noção do tempo. Queremos tudo pra agora - é a sua única oportunidade - não deixe pra amanhã - não perca - e outras frases feitas para nos seduzir. Abaixo o consumo consciente! Não planeje, não pense no futuro, a vida é curta... proclamam!
Penso nisso... pense nisso!
O video a seguir mostra bem como podemos (ou tentamos) controlar nosso impulsos.
A necessidade de lançar produtos, vender, lucrar, ganhar... consumir nos faz perder a noção do tempo. Queremos tudo pra agora - é a sua única oportunidade - não deixe pra amanhã - não perca - e outras frases feitas para nos seduzir. Abaixo o consumo consciente! Não planeje, não pense no futuro, a vida é curta... proclamam!
Penso nisso... pense nisso!
O video a seguir mostra bem como podemos (ou tentamos) controlar nosso impulsos.
terça-feira, abril 29, 2008
A Neolinguagem
Quando escuto a molecada falar (sem nenhum carater pejorativo, chamo de molecada os jovens na faixa de 18 anos) percebo que nasce uma nova linguagem. O descompromisso com a linha culta do idioma é notório.
A maioria dos educadores certamente tece críticas e acha que é uma agressão ao nosso português. Mas... dá pra ver que estamos numa transição interessante. Pessoas ávidas por pertencer ao mundo. Saibam inglês ou não querem fazer parte da comunidade global, entender as tendências, estar conectados e plugados com tudo isso, que parece novo... mas não é.
Na terceira década de vida, fui criado sem tecnologia, mas quando ingressei no mercado ela já estava presente. Não dá pra imaginar um jovem que nunca sentou na frente de uma máquina de escrever e pensar que escreva de acordo com alguma regra pre-estabelecida.
Estamos diante de uma neolinguagem. Uma nova forma de comunicação que pela falta de compromisso traz de volta o prazer do relacionamento descontraído, sem nenhuma formalidade e totalmente livre. Comunicar não é isso?...
A maioria dos educadores certamente tece críticas e acha que é uma agressão ao nosso português. Mas... dá pra ver que estamos numa transição interessante. Pessoas ávidas por pertencer ao mundo. Saibam inglês ou não querem fazer parte da comunidade global, entender as tendências, estar conectados e plugados com tudo isso, que parece novo... mas não é.
Na terceira década de vida, fui criado sem tecnologia, mas quando ingressei no mercado ela já estava presente. Não dá pra imaginar um jovem que nunca sentou na frente de uma máquina de escrever e pensar que escreva de acordo com alguma regra pre-estabelecida.
Estamos diante de uma neolinguagem. Uma nova forma de comunicação que pela falta de compromisso traz de volta o prazer do relacionamento descontraído, sem nenhuma formalidade e totalmente livre. Comunicar não é isso?...
terça-feira, agosto 21, 2007
Às vezes marketing*
Conheço certos termos de marketing que causam arrepio aos estudantes da disciplina. Marketing viral, marketing de nicho, marketing global, marketing tudo... Afinal... o que é marketing. Tudo é marketing? Ou será que são termos adaptados de uma disciplina tão antiga quanto a filosofia.
O termo marketing, que deveria englobar tudo vem de Mercadologia, ou seja, estudo dos mercados, estudo profundo, suas variáveis, realidades e projeções. Marketing, o termo em inglês é assertivo e significa, acima de tudo, agir no mercado.
O termo marketing, que deveria englobar tudo vem de Mercadologia, ou seja, estudo dos mercados, estudo profundo, suas variáveis, realidades e projeções. Marketing, o termo em inglês é assertivo e significa, acima de tudo, agir no mercado.
quinta-feira, agosto 16, 2007

Vamos falar sobre comportamento de consumo. Nada mais atual, contemporâneo e moderno. Mas já pensou que consumo e comportamento existem desde que as pessoas vivem na terra. Da caça para sobrevivência, da descoberta do fogo, da roda. Tudo que rege a necessidade e desejo de consumo que temos há tempos.
Hoje o consumidor está mais sofisticado, consciente e sabe que pode influenciar os fabricantes, empresas e marcas. Cada um conhece o poder que tem na sociedade, mesmo que inconsciente.
Desde os fatores que nos influenciam e moldam nossa personalidade até o desejo despertado por um estímulo externo de marketing. Todos temos responsabilidade.
Hoje o consumidor está mais sofisticado, consciente e sabe que pode influenciar os fabricantes, empresas e marcas. Cada um conhece o poder que tem na sociedade, mesmo que inconsciente.
Desde os fatores que nos influenciam e moldam nossa personalidade até o desejo despertado por um estímulo externo de marketing. Todos temos responsabilidade.
quarta-feira, julho 11, 2007
Comportamento do consumidor
Vamos falar de comportamento do consumidor.
Hábitos, consumo, atitude indicam uma sociedade em constante movimento e mudanças quase que por minuto. Como falar de comportamento neste mundo frenético.
A sociedade atual está além da teoria de Maslow, que classifica as pessoas de acordo com suas necessidade e desejos. As pessoas buscam cada vez mais atingir sua plenitude quanto as formas de consumo seja para se ver inserido num grupo, acreditar numa auto-imagem ou demosntrar uma atitude.
Vamos buscar novas formas de abordar esse assunto. Vamos extrapor o senso comum e descobrir novas necessidades... em nosso próprio comportamento... do consumidor.
Hábitos, consumo, atitude indicam uma sociedade em constante movimento e mudanças quase que por minuto. Como falar de comportamento neste mundo frenético.
A sociedade atual está além da teoria de Maslow, que classifica as pessoas de acordo com suas necessidade e desejos. As pessoas buscam cada vez mais atingir sua plenitude quanto as formas de consumo seja para se ver inserido num grupo, acreditar numa auto-imagem ou demosntrar uma atitude.
Vamos buscar novas formas de abordar esse assunto. Vamos extrapor o senso comum e descobrir novas necessidades... em nosso próprio comportamento... do consumidor.
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