Interessante trabalho de animação e explica bem o conceito de endomarketing.
Diário de pensamentos sobre esse tema que cativa e aflige milhares de pessoas. Resultado da observação diária do contexto social e as aplicações que o marketing pode exercer sobre a realidade. O tema é extenso para análises e possibilidades de debate. Participe!
terça-feira, março 22, 2011
terça-feira, março 15, 2011
As 3 dimensões da qualidade na carreira
No livro Qualidade Total em Serviços, do Prof. Dr. Alexandre Luzzi Las Casas é apresentado um questionário que indica as orientações que uma carreira deve ter na busca constante da qualidade.
As dimensões são: Liderança Pessoal, Planejamento e Aperfeiçoamento.
Na dimensão de Liderança Pessoal estão questões ligadas ao comportamento individual e valores como justiça e otimismo.
Na esfera do Planejamento estão as perspectivas de capacidade de organização individual e coletiva
E no quesito Aperfeiçoamento está a capacidade individual de aderir e adaptar-se a mudanças.
Vale a leitura.
Prof. Alexandre Rodriguez
As dimensões são: Liderança Pessoal, Planejamento e Aperfeiçoamento.
Na dimensão de Liderança Pessoal estão questões ligadas ao comportamento individual e valores como justiça e otimismo.
Na esfera do Planejamento estão as perspectivas de capacidade de organização individual e coletiva
E no quesito Aperfeiçoamento está a capacidade individual de aderir e adaptar-se a mudanças.
Vale a leitura.
Prof. Alexandre Rodriguez
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Os anúncios mais efetivos de 2010 - m&m online | Em Pauta » Notícias
Qual a métrica para avaliar a efetividade dos anúncios?
Os anúncios mais efetivos de 2010 - m&m online Em Pauta » Notícias
Os anúncios mais efetivos de 2010 - m&m online Em Pauta » Notícias
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
quarta-feira, dezembro 08, 2010
CBN - A rádio que toca notícia - Carlos Alberto Sardenberg
CBN - A rádio que toca notícia - Carlos Alberto Sardenberg
Pertinente análise do comentarista Sardenberg para a rádio CBN. Sem educação na base não há futuro.
segunda-feira, outubro 25, 2010
Se sua marca deixasse de existir amanhã, o que o mundo perderia? | Portal HSM
A diferença entre propósito e posicionamento das marcas.

• Você conhece claramente quais os sentimentos e os valores que motivaram o início da sua organização?
• Você sabe qual o propósito da sua empresa? 10 executivos da organização responderiam a essa pergunta de forma consistente?
• A sua empresa traz para o mundo algo mais significativo do que produtos e serviços?
• A sua marca gera lucros de um modo consistente com seu propósito?
• O propósito da sua marca a distingue das demais, permitindo que ela obtenha maiores lucros?
Se as respostas forem afirmativas, o mundo perderia muito, caso sua marca desaparecesse! Caso contrário...
Segundo Jaime Troiano
O que você acha? Sua empresa e a marca que a representa têm um propósito? Tente o check-list abaixo:
• Você conhece claramente quais os sentimentos e os valores que motivaram o início da sua organização?
• Você sabe qual o propósito da sua empresa? 10 executivos da organização responderiam a essa pergunta de forma consistente?
• A sua empresa traz para o mundo algo mais significativo do que produtos e serviços?
• A sua marca gera lucros de um modo consistente com seu propósito?
• O propósito da sua marca a distingue das demais, permitindo que ela obtenha maiores lucros?
Se as respostas forem afirmativas, o mundo perderia muito, caso sua marca desaparecesse! Caso contrário...
Fonte: HSM - 23/09/2010
quarta-feira, outubro 06, 2010
Redes sociais: a nova fronteira do e-commerce | Portal HSM
Bastante pertinente este artigo recém publicado no site da HSM
Novos caminhos para as estratégias de marketing...
Ter uma loja nas redes sociais significa que o objetivo das ações deixa de ser “conseguir novos compradores” para “conquistar novos amigos”. Saiba a razão.
De acordo com a pesquisa mais recente do e-Bit, divulgada durante o evento Semana do e-Commerce em São Paulo, 23 milhões de internautas já fazem compras pela internet, o que em 2010 deve representar faturamento de RS$ 14,3 bilhões, mantendo a taxa de crescimento do setor acima dos 30% anuais. E tudo leva a crer que esses números devem continuar aumentando em 2010 devido à economia favorável e à elevação do número de internautas no Brasil, que já soma 67 milhões.
Mas se o cenário é amplamente favorável, a concorrência passa a ser mais acirrada: novas empresas, aumento da oferta, guerra de preços etc. O comércio eletrônico tende a se tornar um “oceano vermelho”, em que se sobressair e conquistar o consumidor será cada vez mais difícil.
Para sair desta situação e chegar ao “oceano azul” onde estão as oportunidades, a pressão da concorrência não se faz tão presente e o consumidor não só tende a ser mais fiel como até um defensor da loja preferida, as empresas precisam direcionar suas ações às redes e mídias sociais, a nova fronteira do e-commerce. Também neste aspecto o Brasil oferece grandes oportunidades.
Mas dar esse passo não significa, como muitas lojas vêm fazendo, atuar com propaganda da mesma forma que nas mídias tradicionais. Como o próprio nome já indica, as redes sociais não são apenas uma mídia (meio de comunicação) e sim uma rede de relacionamentos. Isso significa que o objetivo das ações deixa de ser “conseguir novos compradores” para “conquistar novos amigos”.
Este é um conceito-chave para garantir resultados e também o grande desafio. Para ajudar a desenvolver uma estratégia realmente efetiva, vale a pena prestar atenção nas orientações de profissionais e especialistas que participaram da Semana do e-Commerce:
1 - Não há fórmulas prontas. Uma empresa pode conseguir vendas imediatas ou usando a mesma estratégia, ter resultados pífios. Por isso é importante que a loja faça um estudo prévio, estudando públicos-alvo, segmentos, comunidades e a forma como elas interagem, de modo a desenvolver uma estratégia própria.
2 - Redes sociais não são mídias de massa. Não espere atingir centenas de milhares de pessoas de uma vez, é um trabalho de médio e longo prazo. Lembre-se, conquistar a confiança de um amigo leva tempo.
3 - Lembre-se que os mesmos recursos das redes sociais que estão à disposição para a loja fazer suas promoções também estão à disposição das pessoas para elogiar ou reclamar. Da mesma forma que sua mensagem pode ser bem recebida e se tornar um “viral” atingindo milhares de pessoas, uma reclamação ou insatisfação se propaga com a mesma velocidade e com efeitos ainda maiores.
4 - Envolva outras áreas. De acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. Mas como foi citado anteriormente, as ações geram todo o tipo de feedback: compra, elogios, reclamações, dúvidas etc. Por isso, existe a necessidade de que outras áreas (SAC, relações públicas) estejam envolvidas.
5 - Tenha um plano de crise. O envolvimento de outras áreas, inclusive da liderança da empresa, é importante também para a elaboração de um plano de crise de imagem que porventura envolva a loja nas redes sociais. A empresa precisa se antecipar a problemas que possam ocorrer e colocar o plano em prática com rapidez se o pior acontecer.
Silvio Tanabe (Consultor de marketing digital da Magoweb)
De acordo com a pesquisa mais recente do e-Bit, divulgada durante o evento Semana do e-Commerce em São Paulo, 23 milhões de internautas já fazem compras pela internet, o que em 2010 deve representar faturamento de RS$ 14,3 bilhões, mantendo a taxa de crescimento do setor acima dos 30% anuais. E tudo leva a crer que esses números devem continuar aumentando em 2010 devido à economia favorável e à elevação do número de internautas no Brasil, que já soma 67 milhões.
Mas se o cenário é amplamente favorável, a concorrência passa a ser mais acirrada: novas empresas, aumento da oferta, guerra de preços etc. O comércio eletrônico tende a se tornar um “oceano vermelho”, em que se sobressair e conquistar o consumidor será cada vez mais difícil.
Para sair desta situação e chegar ao “oceano azul” onde estão as oportunidades, a pressão da concorrência não se faz tão presente e o consumidor não só tende a ser mais fiel como até um defensor da loja preferida, as empresas precisam direcionar suas ações às redes e mídias sociais, a nova fronteira do e-commerce. Também neste aspecto o Brasil oferece grandes oportunidades.
Mas dar esse passo não significa, como muitas lojas vêm fazendo, atuar com propaganda da mesma forma que nas mídias tradicionais. Como o próprio nome já indica, as redes sociais não são apenas uma mídia (meio de comunicação) e sim uma rede de relacionamentos. Isso significa que o objetivo das ações deixa de ser “conseguir novos compradores” para “conquistar novos amigos”.
Este é um conceito-chave para garantir resultados e também o grande desafio. Para ajudar a desenvolver uma estratégia realmente efetiva, vale a pena prestar atenção nas orientações de profissionais e especialistas que participaram da Semana do e-Commerce:
1 - Não há fórmulas prontas. Uma empresa pode conseguir vendas imediatas ou usando a mesma estratégia, ter resultados pífios. Por isso é importante que a loja faça um estudo prévio, estudando públicos-alvo, segmentos, comunidades e a forma como elas interagem, de modo a desenvolver uma estratégia própria.
2 - Redes sociais não são mídias de massa. Não espere atingir centenas de milhares de pessoas de uma vez, é um trabalho de médio e longo prazo. Lembre-se, conquistar a confiança de um amigo leva tempo.
3 - Lembre-se que os mesmos recursos das redes sociais que estão à disposição para a loja fazer suas promoções também estão à disposição das pessoas para elogiar ou reclamar. Da mesma forma que sua mensagem pode ser bem recebida e se tornar um “viral” atingindo milhares de pessoas, uma reclamação ou insatisfação se propaga com a mesma velocidade e com efeitos ainda maiores.
4 - Envolva outras áreas. De acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. Mas como foi citado anteriormente, as ações geram todo o tipo de feedback: compra, elogios, reclamações, dúvidas etc. Por isso, existe a necessidade de que outras áreas (SAC, relações públicas) estejam envolvidas.
5 - Tenha um plano de crise. O envolvimento de outras áreas, inclusive da liderança da empresa, é importante também para a elaboração de um plano de crise de imagem que porventura envolva a loja nas redes sociais. A empresa precisa se antecipar a problemas que possam ocorrer e colocar o plano em prática com rapidez se o pior acontecer.
Silvio Tanabe (Consultor de marketing digital da Magoweb)
segunda-feira, outubro 04, 2010
Comportamento do consumidor
Muito teoriza-se sobre os aspectos do comportamento do consumidor. Será que é possível teorizar sobre comportamento humano? Claro que, em regra, qualquer modelo baseia-se em estímulo-resposta e como que cada indivíduo direciona suas atitudes.
Se é verdade que cada indivíduo tem suas características, é bem verdade que cada um pode mudar suas perspectivas a todo momento. Fundamental então entender o quão influenciáveis são as pessoas por conta da cultura na qual vivem.
Vamos pensar... quantas vezes já mudamos de opinião? Quantas vezes já deixamos de decidir? Como uma empresa pode controlar esse tipo de especificidade?
Hoje é mais complexo ainda, tendo em vista que nosso relacionamento com o mundo é multi-facetado e diversificado. A empresa que estiver inserida neste contexto talvez tenha mais êxito?
Gosto desta fala de Philip Kotler, com relação a estratégia do Oceano Azul, instigando o espectador para sua leitura.
Se é verdade que cada indivíduo tem suas características, é bem verdade que cada um pode mudar suas perspectivas a todo momento. Fundamental então entender o quão influenciáveis são as pessoas por conta da cultura na qual vivem.
Vamos pensar... quantas vezes já mudamos de opinião? Quantas vezes já deixamos de decidir? Como uma empresa pode controlar esse tipo de especificidade?
Hoje é mais complexo ainda, tendo em vista que nosso relacionamento com o mundo é multi-facetado e diversificado. A empresa que estiver inserida neste contexto talvez tenha mais êxito?
Gosto desta fala de Philip Kotler, com relação a estratégia do Oceano Azul, instigando o espectador para sua leitura.
segunda-feira, setembro 13, 2010
ERROS do Marketing - E o tiro sai pela "culatra"
Burger King é flagrado com queijo vencido
O Burger King decidiu investir pesado em seu novo Whopper 3 Queijos no Brasil. Para isso, lançaram uma nova campanha dizendo que, agora, todo o queijo (do mundo) está na sua lanchonete. Para quem ainda não viu:

Mas... para variar, a "Lei de Murphy" entrou em ação e, na sexta-feira passada, uma operação de vistoria da Vigilância Sanitária constatou que 90% do queijo utilizado nos sanduíches do Burger King do BarraShopping (um dos mellhores shoppings do Rio de Janeiro) estava VENCIDO (!!!).O gerente da lanchonete teve que depor na delegacia, o proprietário foi indiciado e a notícia se espalhou.Por coincidência, o caso do queijo do Burger King, assim como na fictícia propaganda, virou realmente caso de noticiário (saiu até no Fantástico de ontem).Em tempo: a operação no shoppping (foto) ocorreu após uma denúncia da presença de ratos na praça de alimentação e constatou que várias outras lanchonetes também estavam com problemas sanitários. Que beleza..
Fonte: Mundo do Marketing - Segunda, 13/09/2010
Serviços e marketing
Qual é o limite para o controle e gestão de marketing do setor de serviços? Pergunto isso pois se estamos falando de relações humanas, os pontos de contato da marca são inúmeros e com diversos contingências e circunstâncias. Pense nos 8 ps do marketing de serviços.
Explico: se pensarmos numa prestação de serviços como um "ser vivo", que nasce, cresce, amadurece e (possivelmente) morre, cada estágio desse tem uma realidade, uma forma de viver e atuar. O serviço é parecido. Ao tempo o gestor deve se relacionar com o público e de formas diferentes. Da decisão ao pós consumo o consumidor tem suas expectativas e verdades. Desafio, porém, a olharmos nossas empresas como um ser vivo, que precisa olhar, em tempo real outros seres vivos, os consumidores.
Pense nisso!
Caro aluno, contribua aqui com sua opinião, relacionando com o capítulo do livro indicado para leitura.
Forte abraço,
Prof. Alexandre Rodriguez
Explico: se pensarmos numa prestação de serviços como um "ser vivo", que nasce, cresce, amadurece e (possivelmente) morre, cada estágio desse tem uma realidade, uma forma de viver e atuar. O serviço é parecido. Ao tempo o gestor deve se relacionar com o público e de formas diferentes. Da decisão ao pós consumo o consumidor tem suas expectativas e verdades. Desafio, porém, a olharmos nossas empresas como um ser vivo, que precisa olhar, em tempo real outros seres vivos, os consumidores.
Pense nisso!
Caro aluno, contribua aqui com sua opinião, relacionando com o capítulo do livro indicado para leitura.
Forte abraço,
Prof. Alexandre Rodriguez
domingo, agosto 15, 2010
Miopia ou cegueira mesmo
Frequentemente nos deparamos com erros inacreditáveis nas nossas empresas. Empresas renomadas com reputação acima da média também recorrem nos mesmos equívocos. Atualmente qualquer erro é repercutido com a velocidade de um piscar de olhos e com a força multiplicadora de todos os consumidores e olhos atentos ao mercado.
Coloque aqui uma experiência pessoal neste sentido e qual foi o erro evidente da empresa que você escolheu para fazer o trabalho.
Abraço e sucesso!
domingo, julho 25, 2010
Você Sabia?
Caro aluno, bem vindo a mais um semestre letivo. Todas as aulas teremos fóruns participativos que complementarão nosso tempo em sala de aula, que sempre é bem escasso. Aproveite pois aqui é o espaço para você comentar e aprofundar sua opinião. Este vídeo apresentado na última aula é o nosso primeiro exercício. Qualquer ponto de vista e avaliação é valido. Expresse-se!
Abraços, Prof. Alexandre.
domingo, julho 04, 2010
Viagem de Férias no Espaço?! Será que é viagem?
Gostei deste texto que reproduzo parcialmente abaixo e minha análise ao final. Espero que gostem!
Você gostaria de viajar ao espaço? Se respondeu que sim, saiba que não é o único. Um levantamento mostra que 60% dos americanos e 70% dos japoneses estão interessados em viagens espaciais.
"Eu prevejo que as pessoas estarão voando através do espaço de forma rotineira em suas férias", diz Pete Conrad, o homem por trás da primeira aterrissagem na superfície lunar. Ele estima que em algumas décadas os consumidores médios terão acesso ao espaço com a mesma facilidade que realizam suas viagens de férias atualmente.
Ma nem todos estão otimistas com relação ao futuro do turismo espacial. John Pike, da Federação dos Cienteistas americanos, acredita que questões ligadas aà segurança e aos custos fazem do turismo espacial um empreendimento arriscado, mas não impossível. Os riscos de morte são de uma em cem numa nave espacial e de uma em um milhão em um avião de passageiros.
Extraído do livro Comportamento do Consumidor, Blackwell/Miniard/Engel. P.106
Quando achamos que não há mais necessidades a serem satisfeitas, analogias a parte, pense que o céu é o limite. Há 50 anos as pessoas não imaginavam que viagens por baixo da terra ou voos transcontinentais fossem possíveis. Era visto como coisa de louco. Ainda bem que há loucos no mundo pensando em como atender nossas ansiedades mais inconscientes.
Veja esse vídeo e pense em como a empresa Virgin está conectada ao futuro e planeja ser a primeira companhia a oferecer o serviço de férias no espaço!
Você gostaria de viajar ao espaço? Se respondeu que sim, saiba que não é o único. Um levantamento mostra que 60% dos americanos e 70% dos japoneses estão interessados em viagens espaciais.
"Eu prevejo que as pessoas estarão voando através do espaço de forma rotineira em suas férias", diz Pete Conrad, o homem por trás da primeira aterrissagem na superfície lunar. Ele estima que em algumas décadas os consumidores médios terão acesso ao espaço com a mesma facilidade que realizam suas viagens de férias atualmente.
Ma nem todos estão otimistas com relação ao futuro do turismo espacial. John Pike, da Federação dos Cienteistas americanos, acredita que questões ligadas aà segurança e aos custos fazem do turismo espacial um empreendimento arriscado, mas não impossível. Os riscos de morte são de uma em cem numa nave espacial e de uma em um milhão em um avião de passageiros.
Extraído do livro Comportamento do Consumidor, Blackwell/Miniard/Engel. P.106
Quando achamos que não há mais necessidades a serem satisfeitas, analogias a parte, pense que o céu é o limite. Há 50 anos as pessoas não imaginavam que viagens por baixo da terra ou voos transcontinentais fossem possíveis. Era visto como coisa de louco. Ainda bem que há loucos no mundo pensando em como atender nossas ansiedades mais inconscientes.
Veja esse vídeo e pense em como a empresa Virgin está conectada ao futuro e planeja ser a primeira companhia a oferecer o serviço de férias no espaço!
sexta-feira, maio 14, 2010
TV digital e os novos rumos da comunicação
A TV Digital revoluciona o nossa forma de consumir mídia. Muda o ponto de vista. Passaremos de expectadores a colaboradores e agentes ativos no processo de produção de conteúdo de mídia. A interação e a mobilidade será muito maior. Podermos comprar em tempo real, num clique no controle remoto e nosso número de cartão. Tamanha conveniência será só será uma realidade quando esta tecnolgia for acessível e disponível ao consumidor. Pense nisso.
quarta-feira, abril 28, 2010
Sobre os filmes que vimos!
Caros, comentem aqui os filmes que assistimos. Qual é a sua opinião sobre as influências na decisão dos consumidores. Sabemos que comunicação ajuda a formar uma posição, mas não é apenas isso...
terça-feira, abril 20, 2010
Atender ou servir ao cliente
Costumo dizer que há uma distância considerável entre as empresas que atendem e as empresas que servem. Atendem aquelas que tem a necessidade de se comunicar com o cliente, atendem e pronto. As que servem vão além: mantém um relacionamento com o cliente, conhecem a fundo o seu perfil, suas necessidades e principalmente, suas expectativas. Acima de tudo tem paixão por pessoas, e interagem com o consumidor de forma apaixonada. Informações, conhecimento, proximidade. São pontos fundamentais para esse relacionamento. Pense nisso. E coloque aqui sua opinião.
sexta-feira, março 05, 2010
Porque compramos?
Você já parou pra pensar porque prefere este ou aquele supermercado? Porque escolhemos um sabonete, um refrigerante, um biscoito?
Nossas decisões são influenciadas pela oferta certamente, mas principalmente pela nossa expectativa, nossa curiosidade e acima de tudo, pela nossa percepção de confiança por uma marca. Confiamos... compramos (e até pagamos um pouco a mais por isso)! É o que chamamos de reputação de marca.
Como trabalhar isso. Respeito, informação, renovação fazem parte das estratégias das empresas.
Escolha uma marca de sua preferência e comente como você decide sua compra. Com que frequência, porque, para quem, onde....
Sucesso!
Nossas decisões são influenciadas pela oferta certamente, mas principalmente pela nossa expectativa, nossa curiosidade e acima de tudo, pela nossa percepção de confiança por uma marca. Confiamos... compramos (e até pagamos um pouco a mais por isso)! É o que chamamos de reputação de marca.
Como trabalhar isso. Respeito, informação, renovação fazem parte das estratégias das empresas.
Escolha uma marca de sua preferência e comente como você decide sua compra. Com que frequência, porque, para quem, onde....
Sucesso!
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Será positivo para as marcas um mundo sem crise?
Economistas e analistas de todo o mundo proclamam um mundo sem crise, de crescimento e punjança para empresas e consumidores. Mas será que o mundo sem crise é positivo para as marcas.
Marcas consagradas como WalMart, Hyundai e mais recentemente Toyota ajustam suas estratégias para atuar em um cenário onde o consumidor poderá escolher a marca que tenha mais reputação e credibilidade.
Veja o caso recente do recall da Toyota. Quando anunciou o problema no acelerador e convocou cerca de 2 milhões de proprietários de seus automóveis, viu suas vendas despencarem 16% em janeiro. O que isso quer dizer. É de fato importante o quesito credibilidade, confiança, para o consumidor. É claro que uma marca como a Toyota tem uma blindagem resistente e conseguirá retomar sua imagem. Mas ficam cicatrizes?
Acredito que sim.
Mídias sociais, interatividade, ações sociais e culturais são vitais para manter e restaurar imagem no mercado. E não só no mundo de crise, num cenário sem crise o desafio é maior: garantir a lembrança e mater uma marca na mente e no coração do consumidor. Pense nisso!
terça-feira, fevereiro 09, 2010
O tubarão nosso de cada dia
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos.
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como 'sardinhas'. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor.
Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram este problema?
Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro no 'relaxamento' do estado, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem e produzem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, e inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: 'O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador'.
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. E grande perante você mesmo. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções.
Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.
O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega 'muito vivo'. E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.
'Ponha um tubarão no seu tanque' e veja quão longe você realmente pode chegar.
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